História a renderizar História a renderizar

A Heather Quinn está presa num universo de nostalgia de videojogos – conseguirás salvá-la?

 
 
Triangle Circle Shapes
Square Cross Shapes

Bedlam

  • PS4
  • Lançamento: Já à venda
  • Género: Atirador de Primeira Pessoa / Ação
  • Editor: Vision Games Publishing Ltd.
  • Programador: Redbedlam

    Uma era icónica…

    Destruição ao longo dos anos

    Game characters

    Uma era icónica…

    Destruição ao longo dos anos

    Tu és Heather Quinn, uma cientista aborrecida que se encontra acidentalmente presa dentro do universo dos videojogos da sua juventude. Salta de uma experiência de um estilo crucial para a próxima e redescobre a era de videojogos icónica que criou os jogos de tiro na primeira pessoa.

    Baseado no livro do galardoado autor Christopher Brookmyre, Bedlam transporta-te para o cenário dos videojogos dos anos 90, recreando carinhosamente os títulos mais influentes da década com um charme cómico e uma inteligência seca.

    Guia a Heather na sua viagem através deste mundo de videojogos interligado e perde-te num oceano mutável de nostalgia de videojogos. Bedlam convida-te a reviver aqueles grandiosos momentos de uma juventude perdida e lembra-te o porquê de te teres apaixonado pelos jogos.

    MAIS MENOS
    • 1080p

      1080p

    • Jogadores

      1 Jogadores

    •  
    •  
    •  
     
     

    Vê o jogo em ação

    Vídeos e imagens

     
     

    Nos bastidores com o escritor Christopher Brookmyre

    Tudo o que precisas de saber sobre Bedlam

    Leste o livro? Agora joga o jogo

    Baseado no livro de Chris com o mesmo nome, Bedlam para a PS4 leva uma personagem nova – Heather Quinn/Athena – a um universo de videojogos letal. Mas não precisas de te preocupar em caso de teres terminado o livro – há bastantes elementos que te vão deixar encantado.

    “Está presente o mesmo tipo de humor, os mesmos alicerces filosóficos e um mistério abrangente,” diz Chris. “Porém, o jogo oferece uma experiência visceral em primeira mão de batalha nestes mundos, em vez de uma história sobre outra pessoa enfrentar essas batalhas.

    “É uma das razões pela qual optamos pela Heather ser a heroína da história em vez do Ross. Não queríamos que quem tenha lido o livro sentisse que estava a jogar uma história já contada. Assim, no papel de Heather, estás a tentar encontrar Bedlam, mas para isso, terás de lutar nos mesmos mundos que o Ross.”

    Bedlam é uma carta de amor para os jogos de tiro na primeira pessoa

    “Bedlam é sobre a evolução dos jogos de tiros na primeira pessoa,” diz Chris. “No livro, Ross explora um jogo de condução futurista em mundo aberto, e é-lhe permitido viajar para outros mundos de videojogos através do espaço sideral. Assim, desde o início da criação do jogo, decidimos que nos iríamos concentrar no estilo de jogo de tiros na primeira pessoa como estrutura, por um lado porque não queríamos que o jogador tivesse que estar sempre a aprender regras e controlos novos, e por outro, porque consideramos que seria divertido para o jogador visitar mundos de fantasia RPG e jogar jogos de arcada em 2D, tudo de uma perspetiva na primeira pessoa.

    “A nossa preocupação principal era que, como os primeiros níveis tinham uma estética intencional de 1990, os jogadores poderiam pensar que era apenas um festival retro e que assumissem que fosse só isso. Assim, decidimos conceber o jogo dessa forma para que o jogador encontrasse a primeira das "falhas" misteriosas logo no início. O propósito disto é de tranquilizar os jogadores de que os visuais irão ser bastante melhores mais para a frente, e para indicar que há algo mais na história do que o que parece.”

    Equipa o teu equipamento de gargalhadas

    A sátira e o humor são muito importantes em Bedlam, conforme explica o Chris: “Todos adoramos o tipo de humor auto consciente que era bastante habitual em jogos como Serious Sam, Duke Nukem e Sin, e queremos que as pessoas se riam quando jogarem este jogo. Queremos transmitir a mensagem de que os jogos de tiro na primeira pessoa podem ser divertidos e um recreio para a imaginação.”

    E, claro, com todas as homenagens que Bedlam presta a outros jogos, também podem esperar alguns diálogos conhecidos em tom de gracejo. “Calastria, o nosso reino de fantasia em RPG, foi em grande parte inspirado em Skyrim,” sorri Chris. “Temos uma bricadeira sobre a 'seta no joelho' lá. É obrigatório. Está na lei.”

    Um vídeo cheio de talento

    Embora Bedlam seja um jogo indie, este vai para além do seu modesto orçamento. “O nosso orçamento era substancialmente mais reduzido do que o de um jogo de tiros na primeira pessoa normal, mas felizmente, temos pessoas muito talentosas que adoraram a ideia e deram valor ao que estamos a tentar fazer,” explica Chris. “Assim, o jogo parece, dá a sensação de e soa como se tivesse custado dez vezes mais do que o que custou na verdade.

    “A composição musical e de som foi toda composta e gravada por Harvey Summers, que tem no seu CV a composição musical e de som para o Doctor Who. Também tivemos como atores de dobragem pessoas fantásticas como Robert Florence (Chewin’ the Fat; Consolevania) e Kirsty Strain (Taggart; River City).”

    Dicas para progredires

    O Chris tem algumas dicas para que estejas preparado para o mundo louco de Bedlam:

    “1. Pensa de acordo com a era de jogos na qual te encontras. Irás progredir lentamente utilizando táticas de cobertura num mundo que evoca uma abordagem de correr e disparar dos anos 90, e igualmente, serás destruído se utilizares táticas de correr e disparar em níveis mais modernos onde se aconselha uma abordagem mais tática.

    “2. Procura o decalque dos Diasporadoes na forma de uma faixa de Möbius. Os Diasporadoes são a resistência que luta para salvar o Gameverse. Se vires o seu logótipo pintado numa parede, é uma pista que indica que algo que te irá ajudar está por perto.

    “3. Se o teu ecrã ficar esquisito, não entres em pânico. As falhas devem ser exploradas.

    “4. Se parece que algo está a apagar o mapa, podes entrar em pânico. É a Corruption. Foge.

    “5. Presta atenção ao diálogo que ouves no rádio ou de dentro de edifícios. Em primeiro lugar, porque te pode dar dicas importantes, e em segundo lugar, porque irás ouvir bastantes piadas duvidosas escritas por mim.”

    Jogo da vida de Chris

    Com o Chris a escrever sobre personagens presas num videojogo, será que alguma vez ele imaginou como seria a sua vida caso esta se transformasse num jogo para a PlayStation? “Não seria um jogo de tiros na primeira pessoa porque isso posso ter na vida real, e além do mais, eles tendem a ocorrer em locais terríveis, como zonas de guerra, estações espaciais destruídas ou, no caso do DOOM III, literalmente no Inferno,” explica o Chris.

    “Gostaria que fosse num mundo aberto onde fosse quente e solhareiro, como no Just Cause 2. Quanto ao nível de dificuldade, seria em modo Divino, porque os escritores estão habituados a fazerem de Deus, com controlo absoluto sobre os mundos que imaginam.

    “Também gostaria de ter um comboio a atravessar esse mundo, com uma 'carruagem silenciosa' e o Gordon Freeman do Half-Life, Chell do Portal e as várias personagens dos jogos DOOM e Quake, porque nenhum deles diz uma única palavra...”

    Compra o Bedlam para a PS4.

    Compra o Bedlam para a PS4.